quinta-feira, 29 de maio de 2008

Bicicletário Porto Seguro


Hoje usei o serviço de empréstimo de bicicletas da Porto Seguro, e gostei bastante.

O Atendimento

Cheguei no estacionamento Estapar onde ficam as bikes. Perguntei sobre o "empréstimo", mas dois dos três funcionários do estacionamento não sabiam - ou não queriam - me ajudar. Dai apareceu uma moça que supostamente é a "responsável" pelo empréstimo.
Forneci minha carteira de cliente Porto Seguro e escolhi a bike. Mas antes preenchi um formulário com meus dados e assinei um termo de responsabilidade.
Dai eles me deram uma capacete e um pequeno cadeado.
O limite de tempo com a bike é de 12 horas a partir da retirada.

A Bike

Por incrivel que pareça a bike estava bem regulada e o com os pneus calibrados. Ajustei a altura do selim e fui para rua.
Já nos primeiros metros conferi a qualidade do câmbio - marca Yamada - e dos freios. Andei entre os carros sem medo, pois a bike conta com refletores traseiro e dianteiro.
A geometria do quadro proporciona um rodar bastante confortável. Quem está acostumado com bikes com suspensão dianteira vai estranhar um pouco a rigidez do conjunto.
Sabe aquelas cestinhas de guidão que as antigas Caloi Ceci tinham? A bike da Porto Seguro também tem. No começo achei meio estranho, mas depois gostei porque a garrafinha de Gatorade ficou bem acomodada ali, e fácil de alcançar mesmo com a bike em movimento.

Conclusões

  • Falta treinamento aos funcionários da Estapar
  • 12 horas é um período bastante interessante
  • As bikes são muito bem conservadas e reguladas
  • O capacete e o cadeado são muito bem-vindos
  • A cestinha de guidão é legal e bastante útil
  • Senti falta da suspensão dianteira para deixar a bike mais macia
Se você é cliente Porto Seguro, experimente o serviço! Vale muito a pena!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Trilha em Santa Branca



Saindo de São Paulo para desobstruir os pulmões, os Papatrilhas fizeram mais esse passeio.

Éramos em 14 quando estacionamos os carros em frente a nova Igreja Matriz da cidade pra variar.



Confusos com a planilha (também confusa) a saída foi conturbada, uns instintivamente opinavam, outros com a planilha ora davam o rumo (errado), ora o duvidoso, mas depois de umas ‘zanzadas’ pela cidade acertamos a direção.



Sabíamos que eram 10km de subida iniciais, porém que a trilha ia ser ‘pesadinha’ não era esperado.





Depois de subir, subir e subir, chegamos no topo, que até lá a única preocupação era passar esses 10Km. Para descer os ‘Papasingles’ se divertiram mostrando que era possível, porém não foram muito acompanhados na tentativa.



Ao final desse single enquanto os ‘guias’ faziam o reconhecimento, a turma os abandonou indo para o caminho errado, essa lição custou uma pedalada a mais e muitas risadas. “Nunca ultrapasse os guias”.



Retomado o caminho, daí que considero a trilha como ‘pesadinha’ os trechos de embalo se mesclavam com subidas médias, elas fizeram que ao final muitos não lembrassem dos visuais que passamos, só vistos nas fotos depois do passeio, junto com as “crianças” subindo nas árvores.






Terminamos com sucesso, sem nenhum B.O. e com a certeza que Santa Branca é mais uma opção de fuga próxima da capital nos finais de semana.



Num restaurante muito bem cuidado, Badejos e Strogonofes à beira do Rio Paraíba atendeu a nossa expectativa com competência para fechar nossa “trilha das mães”, exclusivamente dessa vez no sábado.



Valeu