by Daniel
Domingo, 22 de Março de 2009
Trilha Itú
by Daniel
Domingo, 15 de Março de 2009
Trilha Igaratá - Light mas c/Calorias!
E que calorias! 25km com varias subidas, não muito fortes mas o suficiente para fazer alguns bikers empurrarem.
9 bikers encarando um dia nublado, ameaçando chuva. chegamos cedo na pequena cidade de Igaratá, acesso rapido e facil pela Rod. Dom Pedro. Estacionamos proximo a prefeitura. lugar tranquilo e sossegado.
A trilha comecava no outro lado da cidade, mas diferente de sao paulo, 5 quarteiroes estamos ja no outro lado! rsrs
Antes disso, logo no inicio, ainda no asfalto, o pneu da Van esta bem mucho, tiramos a camara e verificamos que nao tinha fita de aro e a camara tava com um pequeno furo! Isso porque ela tinha acabado de mandar para uma revisao geral na bicicletaria e retirou no sabado, dia anterior da trilha. Usamos a propria camara furada no lugar da fita de aro e continuamos o role, ate que mais para frente o pneu dela fura novamente por outro motivo qualquer.
Depois de 15km, uma parada para lanchinho rapido e continuamos. claro, eu como guia falava que aquela subida era a ultima... todo mundo sabe que nunca é! hahaha
Todas as fotos no Picasaweb
by Renato & German
Domingo, 22 de Fevereiro de 2009
Papa-Trip - Parque Nacional Guartela - Parana

Texto por PH
Foi muito legal, mas PQP!!! Tudo nessa vida é uma questão de perspectiva. O que para alguns é uma coisa absolutamente duca, para outros não passa de uma roubada sem tamanho, com direito a várias milhas no programa Funai de milhagens. Meu carnaval em Tibagi (PR) com os Papatrilhas, por exemplo, é uma dessas coisas. Até concordo que já tive viagens menos problemáticas, mas considero que tudo é uma questão de apreciar os momentos, mesmo quando não são lá 100% perfeitos. O que isso quer dizer? Bem, significa que gostei pra caramba da viagem, mesmo com tudo o que aconteceu. Tibagi fica numa região do Paraná, na qual se localiza um dos grandes cânions do Brasil. Eu já tinha estado lá em 2001 e as paisagens são realmente de tirar o fôlego. Portanto, o problema não foi o lugar. As pessoas também não. Até tivemos algumas rusgas nessa viagem, mas creio que nada que uma boa conversa não resolva. Gosto muito do grupo e espero poder pedalar e viajar com eles por muito tempo ainda. Então, o que pegou oras?! O tanto de BOs que tivemos. Na verdade não foi nada muito sério, mas um incidente atrás do outro vai cansando e embora agora tudo seja motivo de riso e história pra contar, realmente fica aquela sensação de que poderia ter sido melhor. Vamos aos fatos. Tudo começou com o velho problema se sempre, reunir todo mundo no horário combinado. Quando estava mais ou menos tudo ok, surgiu o primeiro BO. O pneu da pick up do Alemão, minha carona, estava furado. Tome procurar borracheiro. Pra resumir, só pegamos estrada às 5h30, sendo que o plano inicial era às 3h. A viagem, embora demorada (levamos nove horas pra chegar lá), transcorreu sem problemas. Chegamos, montamos as barracas, e saímos pra um pedalzinho leve, apenas pra esticar as pernas.
Foram 20 km apenas, pois a noite chegava rápido e a ameaça de chuva pairava sobre a cidade. A ameaça tornou-se real e veio o segundo BO: uma tempestade como há muito eu não via. Muita chuva, ventania, trovões, raios e todas as conseqüências que isso traz para quem está acampado. Felizmente, nenhuma de nossas barracas voou, mas do outro lado do camping não sobrou uma em pé. No nosso caso, apenas alguns tênis encharcados, alguns colchonetes molhados, umas câmeras fotográficas que viraram Aquaplay e duas ou três horas sem energia elétrica. Domingão ainda amanheceu meio úmido, mas nada que impedisse nossa saída para a primeira trilha da viagem. Com a ajuda do Edson, um guia local, saímos para um pedal de 44 km. Foi uma trilha muito bacana e variada. Muita subida, diversas descidas rápidas, singles, paisagens bonitas do alto dos morros.
Tudo certo. Mas lá estavam os BOs. O terceiro veio quando o guia resolveu entrar numa propriedade pra nos levar para o alto de um morro para apreciar a paisagem. Valeu a pena, pois é muito bonito. Só que na volta, um suposto dono do terreno estava na porteira pra nos cobrar a “entrada”. Claro que não pagamos e houve muita discussão, pois o cara era um bronco. A situação ficou meio tensa, pois afinal, não havia nenhuma indicação ou aviso do guia que teríamos que pagar por aquilo. Felizmente, depois de muito bate-boca, recomeçamos o pedal e os ânimos se acalmaram. Principalmente quando chegamos na cachoeira de Santa Rosa. Linda! E nada como água gelada pra refrescar a cabeça.
Descansamos, comemos e iniciamos a volta. Passamos ainda pela cachoeira do Puxa Nervos, fotos, e tome estrada.
Quando faltavam 20 km, veio o quarto BO. Numa das subidas cascalhadas do lugar, perdi a tração, a bike tombou para o lado direito, meu pé não desclipou e caí. Normal. O problema é que quando levantei percebi que a gancheira da minha bike tava quebrada. Sim senhores, não inventei o nome Gancheira Removível. É uma pecinha super pequena, mas vital para uma pedalada, pois prende o câmbio ao quadro. Solução e único jeito? Tirar o câmbio, cortar a corrente e ir pedalando com uma marcha só. Foi o que fiz. Porém, com a queda a suspa traseira também travou. Na subida até tudo bem, mas pra descer com ela travada o risco de quebra do amortecedor é muito grande. Foi aí que o quinto BO veio em meu socorro. O irmão e a cunhada do Denis, que estavam nos seguindo de carro e que já tinham nos passado, tiveram um pneu furado. Até arrumarem tudo consegui chegar, aproveitei pra colocar bike no rack e terminar a trilha no banco de trás. Tirando a gozação de todo mundo e o fato de que não conseguiria pedalar mais até que deu tudo certo. Na segunda, teríamos mais um pedal na parte da manhã e um rafting à tarde. Tudo certo, todo mundo se aprontando, peguei a bike do German e comecei a dar umas voltinhas no estacionamento do camping pra não ficar parado esperando. Aparentemente irritei uma das árvores do local e ela pulou na minha frente, me dando uma “galhada” na cabeça. Resultado: sexto BO, muito sangue, uma visita ao PS de Tibagi, cinco pontos na cabeça e mais de uma hora de atraso pra sair. Na volta do PS, o sétimo BO (tá contando?). Mais um pneu furado, dessa vez do carro do Tomas. Trocamos tudo e finalmente saímos pra trilha. Na verdade, a trilha em si foi bem fraquinha, acho que não deu nem 10 km ida e volta. Fomos conhecer um lado do cânion, fora dos limites do parque. Foi pequena, mas o suficiente para termos mais um BO, o oitavo. Cruzando um riozinho, a Cissa perdeu o pé e caiu com a perna em cima da coroa. O corte foi feio e ela só não foi tomar pontos também, pois é uma teimosa. Felizmente, como eu estava na pick up do Alemão, fechando a trilha, recolhi a bike dela e dei um carona até o local de saída. Daí, foi almoçar na casa da dona Julia, uma senhora simpaticíssima e voltar pra fazer o rafting. Ah, sim, acrescente mais um BO aí: o nono. O aro da bike da Carol rachou na primeira trilha. Ela só continuou pedalando, pois o Denis, como ia embora mais cedo, emprestou as rodas pra ela. Vamos em frente.
No rafting, não tivemos nenhum incidente e foi tudo de bom ficar duas horas na água. Pena mesmo que como eu estava com os pontos ainda bem recentes, achei melhor não forçar a barra e não ficar pulando pra cima e pra baixo como tudo mundo. Mesmo assim, foi super divertido e ficamos amigos de cara dos dois guias, Sartiro e Robson, que conduziram nossos barcos.
Na terça, dia do retorno, fomos visitar o parque do Guartelá, no qual está a maior parte “visitável” do cânion. Continua tudo ainda muito bonito como quando da primeira vez que estive lá. Pena mesmo é que o parque está praticamente fechado e são poucas as trilhas abertas aos visitantes. Mesmo assim, todos os Papas, aparentemente, gostaram muito do passeio. Não fosse a chuva que caiu quando subíamos de volta para os carros, tudo teria sido perfeito. Pegamos o maior toró e chegamos no alto ensopados. Tudo bem, se não fosse a preocupação com as barracas. Ainda tínhamos que desmontar e guardar tudo e se estivesse molhado de novo seria um perereco. Voamos pro camping e pra nossa sorte, conseguimos passar a chuva no caminho. Nunca desmontei e guardei as tralhas tão rápido, mas valeu a pena. Agora era só comer e encarar a viagem de volta pra SP. Ledo engano. Na saída, eis que aparece o décimo BO. Mais um pneu furado do carro do Alemão. Dessa vez, teríamos que trocar mesmo (na primeira o borracheiro arrumou sem tirar a roda) e como já tava carregada, não foi tão fácil assim. Além do mais, teríamos que arranjar uma borracharia aberta pra arrumar o estepe e pegar a estrada. Tibagi na terça de carnaval não é exatamente um local agitado. Por isso, até estar tudo pronto levou ainda um tempão. Saímos da cidade apenas às 19h. Seria bom pra evitarmos trânsito em SP, mas devido ao cansaço de todos, viajar à noite não era o mais recomendável. Felizmente deu tudo certo, com exceção do 11º BO da viagem. Já chegando em Sorocaba, a menos de 150 km de casa, paramos para abastecer e fazer um xixi rápido. Não é que o Tomas se esqueceu que estava com as bikes no teto e acertou uma daquelas coberturas de estacionamento! O mais impressionante é que o rack saiu inteiro e caiu com as bikes ainda presas. Elas na verdade não sofreram danos, mas o teto do Vectra novinho do Tomas ganhou um risco enorme na pintura. Prejuízo na certa. Ufa! Como se vê, para uns essa viagem pode ter sido um mico total. Mais: um king kong. Mas como disse no início, depende da perspectiva. Eu prefiro achar que tenho mais histórias pra contar. Que venham mais micos desses.
PH
Domingo, 1 de Fevereiro de 2009
Trilha do Cristo em Nazare Paulista
texto por Tomas
Domingo 05:30 h da madrugada e o despertador toca. Hora de levantar !!
Pego as infinitas tralhas, apetrechos e, claro não posso esquecer a bike. Crio coragem e saio na escuridão.
Nas ruas, muitas pessoas voltando das baladas.
Encontro a Carolina e vamos para o primeiro ponto de encontro: Graal da Fernão Dias.
Graças a “Carol pé de chumbo”, chegamos 30 minutos antes da hora, mas logo começam a chegar alguns Papas, antigos e estreantes. Gente nova no pedaço ! Bem vindos!
Quase na hora marcada rumamos para Nazaré Paulista, em comboio. Chegamos na pousada e a adrenalina já começa a agir, percebendo-se a grande disposição de todos em começar o esperado pedal.
Linda trilha de 40 km com muita terra e pouco barro, muitas árvores e margeando parte da represa. Affff teve uma subida de tirar o fôlego de qualquer um, que subida ! Do alto uma linda vista, muitas fotos e, aquilo que todos esperam depois de uma longa subida. Lógico, a descida......
Refriger e água no boteco, reagrupamento e logo nosso cacique, que não estava pra brincadeira, retomou o pedal, seguido por todos, ou melhor, quase todos, pois Carolina e eu fomos para o lado errado. Assim que eu entender o que aconteceu, avisarei.... Depois de muito perguntar reencontramos o grupo..
O restante da trilha foi tranqüilo, com mais um bonito trecho pela margem da represa e, “Grand Finale” ...o merecido banho de represa !! A água estava uma delicia e serviu para relaxar o corpo depois de tanto esforço debaixo de sol muito forte. 
Eu poderia ter ficado em casa dormindo, mas terminei o domingo com a certeza de ter feito a escolha certa, quando me levantei da cama às 05:30 h. para pedalar.
O dia foi ótimo, o pedal muito bom e a companhia excepcional, como sempre é com os Papatrilhas !
Valeu !!
Domingo, 25 de Janeiro de 2009
Final de semana de arrepiar!
Neste final de semana tivemos um role diferente e bem exigente. Alguns de nós fomos fazer um role com uma turma de speed, mas fomos de bike mtb com slick. Não precisa dizer que quase morremos pra manter o ritmo junto com o pessoal de speed. Na reta, no vácuo e em descida ate vai, mas em subidas as speed tem muita vantagem...
Fizemos a estrada dos romeiros saindo de Itu totalizando 85km ida e volta. Diferente e bem legal...
Já no domingo, fomos fazer o reconhecimento do percurso da prova do Ravelli que acontecerá no começo de fevereiro. 
Montamos uma turminha nossa para o domingo e no sábado, no role de speed, ficamos sabendo de que o Ravelli também iria estar neste dia e animou mais gente a ir também. 
Moral da historia: fizemos um pedal super legal no percurso de 44km suuuper puxado! Quem for fazer a prova vai suar a camisa mesmo, um caminho bem completo com sobe e desce, single-tracks, retonas, etc... No começo um grupo já separou para fazer o percurso de 25km também bem legal, e o outro grupo foi pros 44km de trilhas mas também se separou no meio... Fiquei com o grupo que acompanhava o Ravelli e quase morri! rsrssr
Os caras pedalam demais, gente que treina mesmo para competição e pedalam muito bem! Uma resistência e explosão incríveis...
Ravelli ao centro, ainda sem a camisa do papatrilhas ;)
Valeu e que venham as próximas

